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Enic: o papel da construção para o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Os países em desenvolvimento são bastante afetados pelos movimentos cíclicos da economia mundial e, principalmente, pelas incertezas decorrentes das crises sanitárias, políticas e econômicas. Entretanto, a construção civil tem um relevante impacto no Produto Interno Bruto (PIB), com a geração de emprego e renda, bem como o desenvolvimento indireto de outros setores beneficiados pela construção no país.

O setor da construção civil impulsiona o desenvolvimento econômico e social por meio dos projetos e ampliação dos investimentos públicos e privados como fábricas, escolas, rodovias, portos, aeroportos, ferrovias, hospitais, habitações entre tantos outros necessários para um plano de crescimento nacional.

Geração de emprego – Conforme dados do Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho, a construção civil registrou pelo oitavo mês consecutivo resultados favoráveis no mercado de trabalho formal. Em agosto o setor gerou em todo o país, 32.005 novas vagas de emprego com carteira assinada. Para se ter uma ideia, esse é o resultado da diferença de 175.603 admissões e 143.598 demissões. Foi o terceiro melhor saldo de novos empregos criados pelo setor em 2021, e ficou inferior somente aos meses de janeiro (43.927) e fevereiro (44.133).

Ampliação de investimentos – Segundo Ieda Vasconcelos, economista da CBIC, as atividades do setor de construção ampliam também os investimentos. “Cada real investido na produção de uma nova habitação, por exemplo, representa um investimento total de R$2,46. Ou seja, o valor da produção mais do que dobra. Este investimento aumentará o PIB do país em R$1,12 e a arrecadação de tributos em R$0,62. Os multiplicadores do emprego mostram o efeito do investimento de R$1 milhão no setor, o que significa a criação de 18,31 postos de trabalho considerando-se os impactos diretos, indiretos e induzidos”, explica.

Pós obra e crescimento econômico – Ainda segundo a economista, o impacto da construção não se limita ao período da obra. “Encerrado o ciclo de edificações e entregues as chaves, a construção civil residencial é capaz de gerar mais 36% dos valores das moradias em termos de demanda para os diversos setores da economia, como os lojistas de decoração, paisagismo, incluindo a própria construção no período de 5 anos. Em termos de geração de renda (PIB), esse adicional é da ordem de 16%, e em termos de tributos mais 8%”, comenta Ieda Vasconcelos.

No período de 2011 a 2020, a construção civil foi responsável por 22% do PIB da Indústria e 49,46% da Formação Bruta de Capital Fixo da economia foram realizados pela construção, demonstrando a forte participação do setor na geração dos investimentos. “O setor foi responsável por quase 50% dos investimentos no país nos últimos 10 anos. Isso mostra que as atividades da construção civil são essenciais para que o Brasil possa consolidar o seu desenvolvimento econômico e social”, conclui Ieda.

Painel Enic – No dia 21 de outubro, às 19h, o 93º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), vai apresentar o painel ‘Papel da Construção para o Desenvolvimento Econômico e Social do Brasil’, com José Carlos Martins, Eduardo Aroeira Almeida e Ieda Vasconcelos. Dentro do debate, os convidados vão elucidar como a construção contribui para o crescimento do país.

Nesta edição, o Enic será na palma da sua mão. É o maior evento da indústria da construção na tela do seu celular – online e gratuito! Para se inscrever basta se cadastrar no link: https://enic.org.br/

O 93º Enic é uma realização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e conta com apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional) e de entidades do setor, com patrocínio do Sebrae, OrçaFascio, Konstroi, Agilean, Brain Inteligência Estratégica, Mútua e Predialize.

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