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Produção e vendas internas de aço crescem no primeiro trimestre

A produção brasileira de aço bruto somou 8,7 milhões de toneladas no primeiro trimestre deste ano, com aumento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2020. Cresceu também a produção de laminados, que ficou em 6,3 milhões de toneladas, com alta de 8,3% comparativamente ao acumulado entre janeiro e março do ano passado. Em contrapartida, a produção de semiacabados para vendas, com total de 1,9 milhão de toneladas, registrou queda de 8,8% na mesma base de comparação. Os dados foram divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr).

Até março, as vendas internas somaram 5,9 milhões de toneladas, o que representa expansão de 29% em relação ao apurado em igual período do ano anterior. O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos atingiu 6,8 milhões de toneladas até março, o que significa elevação de 32,8% frente ao registrado no mesmo período de 2020. Em março, a produção brasileira de aço bruto somou 2,8 milhões de toneladas, com aumento de 4,1% contra o apurado no mesmo mês de 2020. A produção de laminados (2,1 milhões de toneladas) foi 10,1% superior à de março do ano passado, conforme dados fornecidos pelo Instituto Aço Brasil. A produção de semiacabados para vendas alcançou 699 mil toneladas, com queda de 6,7% na comparação com o mesmo mês de 2020.

As vendas internas cresceram 41,9% em comparação às de março de 2020, com total de 2,1 milhões de toneladas. Foi o "melhor resultado desde outubro de 2013", salientou o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2,4 milhões de toneladas, 50,1% superior ao apurado no mesmo mês de 2020. Este foi também o maior consumo aparente desde outubro de 2013.

"A indústria brasileira do aço vem de forma recorrente aumentando suas vendas ao mercado interno, com volumes superiores àqueles verificados no período pré-pandemia", afirmou Lopes. Segundo o executivo, a demanda do mercado reflete a retomada dos setores consumidores, mas também a formação de estoques defensivos de alguns segmentos em relação à volatilidade do mercado, ocasionado pela elevação no preço das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior). "No caso da indústria do aço, a quase totalidade de insumos e matérias-primas e, em especial, as essenciais como minério de ferro e sucata, tiveram significativa elevação de preços, com forte impacto nos custos de produção", observou Lopes.

Com Agência Brasil - Revista Amanhã

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